"Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente"

Tocando em frente - Almir Sater

Quem sou eu

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Ceará, Brazil
Sou um Filho de Deus, antes de tudo. Católico Apostólico Romano, adepto da Renovação Carismática Católica, Ministro de Música por Dom de Deus, Professor de Educação Física por Profissão, mestrando em Fisiologia, que sempre tenta fazer as coisas com o Coração, e sempre busca deixar o Coração nas coisas do Alto. Casado e completamente apaixonado por ela (te amo, Gi), também sou extrovertido, às vezes sarcastico, e um eterno aprendiz (como todo professor deveria ser).

domingo, 7 de junho de 2009

DB - DIA OITO – 17.06.08 (TER)

Lisboa terra boa

 

Acordamos e fomos tomar café, confirmando que o hotel era realmente muito bom, estava ótima nossa comida. Subi só para escovar os dentes e logo depois fomos para o ônibus. Gesù não era mais nosso guia (apesar de Jesus continuar sempre conosco), ele continuou com outro grupo que estava começando a excursão e ia fazer nosso caminho inverso. Agora havia assumido um brasileiro, que não me lembro o nome, e a Ana, que não consegui identificar sua nacionalidade, mas muito engraçada e informada.

Partimos então para um tour pela bela Lisboa, passando por várias praças, igrejas e monumentos. Paramos um pedaço no Parque Eduardo VII para tirar algumas fotos, e depois rodamos por obeliscos, fontes, estátuas, prédios, até chegar a beira do rio Tejo. Passamos pela praça Marquês de Pombal, pela Basílica de Estrela, por baixo da ponte 25 de abril, até chegarmos ao monumento ao descobridores.

Logo em frente estacionamos perto da Torre de Belém, parada hidráulica e para fotos. Vimos um monumento aos que atravessaram o atlântico, uma réplica do hidroavião que cruzou o oceano pela primeira vez, de Lisboa ao Rio de Janeiro. Também vimos a tal torre, que eu pensei que fosse mais alta, que além de torre servia de prisão, a beira do rio.

O problema foi que algum português mandou enfeitar a Torre de Belém, com um colar de bolas vermelhas e douradas. Ninguém sabia dizer para quê, talvez porque estávamos em plena eurocopa e essas são as cores da seleção de lá, mas ficou feio demais, foi burrice. Pelo menos a réplica de bronze tava normal. Depois voltamos ao ônibus para irmos para outro ponto.

Chegamos ao museu da Marinha, perto de um planetário e do mosteiro dos Jerônimos, nosso destino. Essa igreja é uma das mais antigas de Lisboa, e ‘sobreviveu’ intacta ao grande terremoto/maremoto de 01 de novembro de 1755, a não ser por suas estátuas de santos, que caíram todas, no dia de todos os santos. Mas a igreja é muita bonita, tinha alguns mausoléus – como o de Camões - e vitrais belíssimos.

Depois daí, o grupo iria separar. Quem havia comprado o opcional de Sintra, Cascais e Estoril iria com um grupo, e quem quisesse passar a tarde livre (nosso caso), um outro ônibus iria nos deixar na praça do comércio para almoçar e então ficaríamos livres.

A gente só teria mais essa tarde para conhecer Fátima. Já pensou, ir a Portugal e não ir a Fátima?! E eu queria muito isso. Tentei persuadir a todos no grupo pra gente convencer o pessoal da Europamundo a nos levar para Fátima, um passeio extra, mas só uma voz não conseguiu fazer muita coisa. As pessoas do nosso grupo decidiram ir na quarta pela manhã, alugando uma van, mas seria muito pouco tempo pra gente ir e voltar a Fátima para estar meio dia no hotel para viajar a tarde de volta pro Brasil.

Então decidimos só almoçar e ir por nossa conta e risco até lá. O ônibus da Europamundo nos deixou na praça que tem um monumento de D. Pedro IV (IV deles, o nosso I), perto da praça da Figueira e do elevador da justa, e fomos almoçar na rua Augusta, perto da estátua de Fernando Pessoa.

Paramos em um restaurante, que eu não sei bem dizer de que cultura era. Tinha fachada portuguesa, garçons árabes, comida italiana... finalmente pedi a minha massa, a Giselle também, e estava ótima. Depois pegamos um táxi e fomos direto para uma estação rodoviária, tentar pegar um ônibus para Fátima.

 

‘Colo de Mãe’

 

Chegamos ao terminal perto das 2 da tarde, e tinha um ônibus saindo exatamente às 14h para Fátima. Pegamos todas as informações de horários para voltar, aonde comprar a volta, enfim... Embarcamos e partimos. Tentei dormir um pouco no caminho, mas quem disse que o calor deixava?! O motorista simplesmente não ligou o ar-condicionado e à medida que o caminho avançava, o tempo foi esquentando, diferente do que tava de manhãzinha.

Mas depois o motorista ligou o ar e deu pra aproveitar um pouco da paisagem na ida, um tanto quanto diferente do que havíamos visto. Eram montes, colinas e terrenos pedregosos, 130km e um pouco mais de 1 hora e meia de viagem até chegarmos lá.

Chegamos então ao terminal de Fátima, confirmamos os horários de volta a Lisboa e perguntamos como faríamos para chegar até o Santuário. Era bem fácil, era só sair do terminal e subir a primeira rua até chegar num grupo de lojas e logo em seguida acharíamos o nosso destino.

E que coisa boa foi estar lá! Tudo bem que no começo eu não senti aquela coisa que esperava, de ficar ansioso, emocionado... Entramos no Santuário, vimos primeiro o grande pátio, com sua cruz estilizada, e logo após a Basílica de Nossa Senhora do Rosário, muito impressionante. Então fomos entrando, reconhecendo o terreno, até que a Giselle me chamou a atenção. Ela me fez olhar pro lado esquerdo e aí li os dizeres:

 

CAPELINHA DAS APARIÇÕES

Aqui apareceu Nossa Senhora

 

Pense num homem se derramando em lágrimas! Aí sim comecei a sentir todas aquela emoção que eu esperava, mas era porque até em então não havia caído a ficha. Daí pra frente foi só emoção. Ficamos um pouco na capelinha, tava na hora da comunhão, daí fomos passeando até chegar a basílica, fotos, fotos e mais fotos, até entrarmos na igreja.

Mais fotos, visitamos os túmulos de Jacinta, Lucia e Francisco, e procuramos saber dos horários das missas. Nem escondo que fiquei feliz em saber que daria para assistir uma missa lá. Esperamos um pouco sentados nos bancos, vendo o livro ‘Canta Povo de Deus’ que eles mesmo disponibilizam para o acompanhamento dos ritos litúrgicos.

Logo um homem vestido a rigor estava anunciando a missa, e um outro senhor começou a tocar no órgão menor. Era interessante porque o comentarista (o tal homem bem vestido) também era o cantor e regia nossas vozes como se fosse um maestro. A missa foi muito boa, ficamos muito felizes de ter participado. Mas não acabou por aí.

Antes da viagem, nós estávamos um pouco apreensivos com a saúde de uma parenta, e meu tio tivera realizado o transplante de coração na semana do meu casamento, e Deus nos tocou que era pra nós (de tão pouco que estavam assistindo àquela missa) quando o padre falou de uma benção especial para aqueles que estavam enfermos em nossas casas.

Quando acabou a missa, fomos saindo pelo corredor central da basílica, e uma senhora que estava sozinha, ajoelhada em um dos bancos do meio pra trás, fez-nos parar e disse, não sei se bem com essas palavras: Olhe, é Maria quem está mandando eu entregar isto a vocês. Que a vida de vocês seja abençoada e continuem rezando. Era um terço muito bonito, e eu nem sei bem o que foi que ela disse porque a confirmação também veio de imediato, e nós três caímos em prantos.

Foi um dos momentos mais emocionantes de confirmação, de toque, da presença e certeza de Deus e de Maria. Saímos de dentro da basílica, mas eu continuava chorando copiosamente, agradecendo a Deus por tudo. Quando me acalmei um pouco mais, escrevemos nossos pedidos de oração, vimos mais informativos e então fomos continuar conhecendo o santuário.

Demos uma volta por trás da basílica, por um bonito jardim, fomos para frente de novo, andando pelo grande pátio, passeando pelo outro lado do santuário. Fomos pra perto da cruz alta, em direção a igreja da Santíssima Trindade, vimos a estátua de João Paulo II, de Pio XII e entramos na igreja. Curioso é que nas portas da igreja, em cada uma das doze, tem o nome dos discípulos, com Matias substituindo os posto de Judas Iscariotes.

Dentro da igreja era muito bonito, ficamos um pedaço lá, mas logo tínhamos que sair porque não nos restava mais muito tempo. Deixei Giselle fazendo algumas compras enquanto fui comprar nossa passagem de volta para as 20hs, o último ônibus de retorno para Lisboa. Voltei, compramos mais algumas lembrancinhas, e fomos atrás de comer alguma coisa.

Ainda esperamos um bocado para que o ônibus chegasse e, apesar do sol ainda forte, fazia um frio de bater queixo. Adoramos nossa estada em Fátima, foi muito melhor do que ter vindo com a excursão e ter aproveitado só 2 horas. Pois ficamos naquele lugar santo por 5 horas, e foi uma das melhores experiências da minha vida. Deixo então os dizeres do teto da basílica para todos: Regina Sacratissimi Rosarii Fatimae Ora Pro Nobis

 

Piano-bar

 

Nosso ônibus chegou e então voltamos para Lisboa. Desta vez, aproveitei mais a paisagem, realmente muito bonita, e ainda mais bonita pois era guarnecida do pôr-do-sol e da lua cheia subindo no céu. Montes, colinas, árvores, casinhas iam enfeitando a visão dessa gratificante viagem.

Chegamos na capital por volta das 22h, um pouco mais talvez. Enquanto a Gi subia para começar a arrumar as coisas, eu tentava passar algumas fotos para os pen-drives, mas o computador não reconhecia as máquinas, problemas no USB de lá. Aproveitei pra ficar um pedaço na Internet e quando fui pagar na recepção, para minha surpresa, não me cobraram os €4,00 por 15 minutos. Acho que eles se envergonharam, ou melhor, tiveram um pouquinho de senso.

Eu ainda morrendo de fome, fui pro piano-bar do hotel, tão chique que o Alex poderia dizer sua frase por lá também. Pedi um sanduba, com um refri, enquanto eu ouvia o maestro tocar música clássica: tudo a ver! Mas foi um bom momento, um momento bon-vivant: sentado no room de num hotel da Europa, aproveitando o fim de um dia maravilhoso, comendo bem, ouvindo boa música.

E realmente, foi um dos momentos que eu imaginava como sendo extremamente prazeroso. O sanduíche tava bom, com salada e batatas, a música tava ótima, tive a oportunidade de conversar com os garçons e ainda brincamos com maestro, para saber com qual das italianas que cantavam suas músicas ele iria se retirar naquela noite. Obrigado meu Deus! Fim do oitavo dia.


continua...

http://davibemol.blogspot.com/2009/06/db-dia-nove-180608-qua.html

DB - DIA NOVE - 18.06.08 (QUA)

Mais uma voltinha

 

Quando a gente acordou já foi logo para terminar de arrumar as malas e tomar café, aproveitar o último contato com os nossos amigos de viagem, além –óbvio – de aproveitar o maravilhoso café da manhã. De longe, este hotel foi o que melhor nos recebeu, a moça que ficava perguntando o número de nossos quartos sempre estava com um sorriso no rosto, sempre agradecendo.

Depois, pegamos um táxi, fomos até o centro, no mesmo ponto onde havíamos almoçado no dia anterior, para passear, rever algumas coisas que a Giselle tinha gostado, tentar comprar alguma lembrancinha...

Passou rápido, e também não podemos aproveitar muito porque as lojas abriram tarde, por volta das 10hs. Era engraçado porque até encontramos lojas com vendedores portugueses, com cara de Portugal, decoração portuguesa, mas o caixa sempre denunciava: as lojas (e os donos) eram chinesas. Fazer o quê, eles estão em todo canto do mundo.

O nosso traslado para o aeroporto tava marcado para as 12h15. Então a gente foi lanchar e pegamos mais uma vez um táxi para irmos ao hotel. Arrumamos o resto das malas, e essa foi uma das horas que doeu, sabia que tava perto de voltar à realidade: aquilo tudo foi um sonho.

Então descemos, encerramos a conta, ficamos na lojinha do hotel gastando nossos últimos euros com mais lembrancinhas, até chegar a van que iria nos levar mais uma vez ao terminal aéreo lisboeta. No traslado, fomos eu e Gi mais outro casal que nos acompanhou a viagem desde Madri, que eu não sei os nomes.

Chegamos no aeroporto faltando mais de 2 horas pro nosso embarque, nosso vôo tava marcado para 15h20, ainda era 13h. Então fomos andar mais um pouco pelo aeroporto, tiramos umas fotinhas numa máquina lá, tirei foto com um BMW que estava num estande lá dentro, comemos e depois ainda fomos comprar chocolates pra comer durante a viagem e pra dar pra Jéssica (minha cunhada) quando a gente chegasse aqui. Ô recordação boa dos chocolates de lá!

Aí então ficamos sentados um pouco esperando dar a hora, compramos uns chicletes e ficamos conversando sobre as coisas que vimos entre outras coisas mais. Faltando uma hora, mais ou menos, para a hora do vôo, fomos procurar nosso terminal de embarque. Andamos um bocado pra encontrar a alfândega, e depois mais outro bocado pra achar o nosso terminal. Pense! Andamos pacas de novo, passamos por vários gates até encontrar o nosso, que já tava com uma fila...

Esperamos um pouco, apresentamos nossos cartões de embarque, e descemos pra pegar mais uma vez o ônibus. Rodamos pela pista do aeroporto inteiro, até chegar no A330 que ia nos levar de volta a realidade. Mas antes de subir a escada, a última vez (por enquanto...) que colocamos nossos pés e solo europeu.

 

“Estamos indo de volta pra casa...”

 

O Airbus da TAP era bem parecido com o que a gente veio, só não era igual mesmo por conta que a tela de entretenimento era mais paia. Não tinha tanta opção nem touch screen como no primeiro, mas a disposição das poltronas era a mesma, de novo pegamos a 19 A e B, mas desta vez eu deixei a Giselle ir na janela, apesar de que ela dormiu a viagem toda.

Decolamos, e dessa vez o avião já começou fazendo muita curva enquanto ganhava altitude, acabei ficando um pouco enjoado com as turbulências. Aos poucos já não se via mais o continente e então atravessamos o atlântico novamente, mais 7 horas de vôo. Até que eu dormi um pouco, mandaram fechar todas as janelas, pra quem quisesse dormir e porque realmente a luminosidade era forte.

A única coisa interessante mesmo no retorno foi quando o sol tava começando a se por, e foi bonito de ver. Mais bonito ainda porque do outro lado, o nosso, a lua cheia tava nascendo, realmente espetacular. Só que sempre tem que ter um babaca, né?! Uma mulher louca lá ficou narrando aos gritos o pôr do sol com o nascer da lua. Quando ela deu o primeiro grito: “gente, olhem pra esquerda que a lua...” (!), tava todo mundo dormindo, um monte de gente levou um susto e eu acho que até o comandante soltou alguma imprecação contra ela.

Pouco depois do sol ter se posto, uma claridade apareceu na janela: era a gente se aproximando de Fortaleza. Logo deu pra ver o litoral, aquela mesma beleza relatada antes e que, de novo, não bati foto. Mas enfim, virão outras oportunidades. O Avião deu a volta e aos poucos foi fazendo a aproximação, passando rente nas casas do montese (coitados!), e um pouso perfeito. Tudo bem, pouso perfeito, mas precisava a babaca lá começar a bater palma e cantar musiquinha?!

Taxiamos, estacionamos e deixamos o avião. Apresentamo-nos a fiscalização, e ficamos esperando nossas bagagens, que demorou pacas pra vir. Acabei por encontrar um amigo meu da época de Escola Técnica, que estava retornando de Portugal com a mulher, tava morando por lá. Deu até vontade de imitar, quem sabe depois?!

Pegamos enfim nossas bagagens, as nossas famílias estavam nos esperando no portão de desembarque internacional, abraçamo-nos, matamos um pouco da saudade e depois fomos pra casa, desfazer as malas, começar a ver as lembranças, aos poucos acordar de 9 dias de sonho.

 

Epílogo

 

Realmente, não poderíamos ter feito escolha melhor, marcar um grande momento – que foi nosso casamento – com outro grande evento. O casamento por si só já foi a realização de um sonho nosso, e do jeito que foi, uma celebração e uma festa linda, com o complemento dessa viagem maravilhosa, foi a perfeita execução de um conto de fadas.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Tocando em Frente

"Ando devagar porque já tive pressa
Levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Eu nada sei

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia, todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz"


Tocando em Frente
de Almir Sater / Renato Teixeira
Almir Sater

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Fátima


Mãe do Amor

"Só quem viveu um amor sem fim
Pode entender o valor que Deus dá aos seus filhos
Só quem sofreu toda dor de mãe
Que aos pés da cruz viu sofrendo sem culpa
Seu filho

Só quem é Mãe do próprio amor
Pode ser Mãe da vida
Da salvação

Maria, estrela
Brilhante como o sol
Tão cheia de graça
Eu quero ser de Deus
Sendo tua filha

Só em teu ventre Deus quis se encarnar
Em toda terra não houve melhor lugar
Pra ficar
Só teu amor poderia educar
O Deus menino que em ti se fez gente 
Pra nos salvar

Tua oração me faz crescer
Posso seguir segura
Nas tuas mãos

Maria, estrela
Brilhante como o sol
Tão cheia de graça
Eu quero ser de Deus
Sendo tua filha"


Mãe do Amor
de Marcelo Franco
Elaine Cristina

quarta-feira, 29 de abril de 2009

BemolNews (044)

Quanto tempo?!
como estão?

Realmente fazia tempo que não me dedicava a escrever alguma coisa. Confesso que por falta de inspiração também, mas por falta de tempo e porque estava dedicado a assistir filmes aqui no computador. E quantos filmes!!! Fica impraticável postar todos os títulos assistidos, mas estão muitos postados no meu orkut. Pra quem tiver acesso, deixei uns que recomendo.

Ah, me dediquei também a escrever e rebater alguns crentes que andaram caluniando a santa Igreja Católica, a minha Fé, e até a minha pessoa. Mas deixei de lado um pouco, não vale a pena tanto assim, afinal de contas, eles estão lá somente para semear a discórdia. Fico com as palavras de um padre com quem me confessei: "Religião não se discute, religião se vive!". Mas serviu para que eu aprendesse mais também e isso é importante.

Meu tempo também está para o Mestrado e para a mais nova investida: especialização. Já tivemos a disciplina de Fisiologia Respiratória, muito boa, e estamos entrando na disciplina de seminário. Continuo ajudando meus colegas em seus experimentos enquanto não tenho o meu próprio, o que deve ser breve, tomara! A tão aguardada especialização é em Atividade Física: Aspectos Fisiológicos, Patológicos e Farmacológicos. Me surpreendi com as primeiras aulas, neste final de semana (25 e 26), tem tudo para ser um bom incremento de conhecimentos e deve me ajudar com o mestrado também, vice-versa.

Tudo isso tem dado certo porque saí dos meu 'empregos'. Da academia que arranjei em janeiro saí logo que soube que passei no mestrado, pois o ritmo já estava puxado demais, não ia aguentar por muito tempo e para também por conta das tantas vezes que me diziam que o dono era mal pagador. Dito-e-feito, ele só veio me pagar em março, depois de muita luta. Ainda me aguentei com a outra academia, e tava dando um jeito de mantê-la, mas não dava mais também. A dona e as filhas já estavam 'se metendo' muito nas minhas aulas, principalmente na natação, influenciadas por poucos pais (2) de alunos, dos mais danados, lógico, que eram por demais mimados e protegidos: se soltassem um peido, a culpa era do outro porque cheirou, um absurdo!

Eu pensei em sair só quando conseguisse alguma faculdade pra dar aula, era perto da UECE, talvez desse certo manter. Só que o estopim estourou por conta de uma dessas alunas, com um problema grave de criação. A dona da academia gritou comigo na frente de alunos e pais, discordando dos métodos utilizados por mim, dos métodos que me ensinaram baseados em Piaget/Vygotsky/Wallon, e que os 3 teriam se contorcido se tivessem ouvido as idéias que eu ouvi (eu me contorci!!!). Por cima, queria que eu deixasse tentar dar aula, que o importante era a criança ficar na piscina e os pais pagarem a mensalidade. ¬¬

Dei a opção de escolher, disseram que iam colocar outro professor na natação, e aí já não era mais o problema de dar aula em turma com idades que variavam de 4 a 11 anos: já entrou na questão dos princípios. Não era contra mais a aula de natação, assumi como um afronte à minha metodologia, à minha didática, aos meus estudos e dedicação. Deixei meu posto a disposição então, torcendo para que elas encontrassem alguém que aguentassem aquele rojão e que soubessem dar as 3 modalidades com o mesmo nível. Torci mesmo. De verdade. Mas nem eu me convenci disso ainda. Ao menos recebi direitinho, como sempre, nisso era sempre certinho.

Enfim, agora tô ralando pros estudos e tentando ver uma opção de emprego que me sustente um pouco mais. Giselle está quase se formando graças a Deus, estamos bem, com 10 meses de casados, 1 ano e 4 de civil, e 5 anos e 10 juntos. A gente só tem tido pouco tempo de se dedicar um pro outro, mas é fase, passa! Temos que nos dedicar um pouquinho mais pros estudos agora.

Perto de completar bodas de algodão, prometo que posto o diário de nossa viagem. Espero escrever mais daqui pra lá!
abraços!
Que Deus nos abençoe!

domingo, 19 de abril de 2009

Sangue Redentor

"Ponho-me aos pés da tua cruz
Desejo ser lavado por teu sangue

E ver sair das tuas chagas
Sangue redentor
Tocar as minhas dores e curar-me

Teu sangue cura Senhor
Teu sangue cura com amor
Teu sangue tem poder para curar-me"


Sangue Redentor
Luiz Carvalho
Comunidade Recado

Mural de Frases

  • "Eu não sei o caminho para o sucesso; mas, sem dúvida, o caminho para o fracasso é agradar a todo mundo" John Kennedy
  • "Eis o que diz o Senhor: maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor!!!" Jr 17, 5
  • "outro dia um cabeludo falou: não importam os motivos da guerra, a paz ainda é mais importante que eles..." Roberto Carlos
  • "Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos." Salmo 127, 1
  • "Totus tuus ego sum, o Maria, et omnia mea tua sunt" Frase de Consagração
  • "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." Cora Coralina, frase da minha monografia
  • "Quero render-te glória, a tua destra me conduz..." Adriana - Glória e Majestade
  • "O segredo da boa vida: oração, brócolis e caminhada!" Cintia Moscovich, escritora
  • "Por baixo dessa máscara não há só carne, há ideías, e idéias são a prova de balas!" V, do filme 'V de Vingança'
  • "Um mundo, um sonho!" Pierre de Frédy, o Barão de Coubertin
  • "Why so serious?!" Joker, o coringa em 'Batman - O Cavaleiro das Trevas'
  • "Conheço muitos que não puderam quando deviam porque não quiseram quando podiam!" François Rabelais
  • "O que é errado é errado, mesmo que todos o façam; O que é certo é certo, mesmo que ninguém o faça!" Sri Sathya Sai Baba
  • "Reze! E enquanto reza... faça!" Provérbio Africano
  • "Por que Jesus tornou-se pão? Para me ensinar que a vida só tem sentido quando resolvemos alimentar aos outros com aquilo que somos! Somente quem morre entende a vida." Karla
  • "Paris és mui chique!!!" Frase de um dos nossos guias, brasileiro por sinal, em Paris.
  • "Depois de andarmos por diversos e diferentes caminhos, nos encontramos. Evolvidos por um verdadeiro amor, decidimos viver um para o outro e ambos para Deus. Derramai, Senhor, sobre nós o teu Santo Espírito, para que juntos possamos construir uma perfeita união. Um com o Outro, Nós por Vós." Texto do nosso Convite de Casamento, autoria nossa!
  • "Vamos viver nossos sonhos, temos tão pouco tempo..." Charlie Brown Jr. - Como tudo deve ser
  • "No News, Good News!" Ditado
  • "El que no se aventura, no cruza el mar!" trecho de conto espanhol - Autor Desconhecido
  • "Santo não é aquele que não peca. É aquele que até peca, mas se levanta todas as vezes" Pe. Léo
  • "Jesus, lembra-te de mim, quando tiveres entrado no teu Reino" Lc 23, 42b
  • "Hoje livre sou!" Ministério Adoração e Vida
  • "Sou um milagre, renasci...!" Ministério Adoração e Vida - Um Milagre
  • "...mas Deus vem lhe dizer, permito que carregue a Cruz no caminho do calvário, mas quando lá chegar, a Cruz é o meu lugar. É preciso coragem...!" Walmir Alencar - Coragem
  • "Para se fazer um milagre, é preciso crer no milagre... não basta apenas pedir, é preciso gestar o milagre dentro de nós" Pe. Léo.